de Ideias

Saturday, May 19, 2012

Tempos de fausto


O Cortejo Histórico de Lisboa (1947) from Gonçalo Ramos on Vimeo.
at 8:13 PM
Email ThisBlogThis!Share to XShare to FacebookShare to Pinterest
Newer Post Older Post Home

Blog Archive

  • ▼  2012 (500)
    • ▼  May (500)
      • Barrela patriótica
      • A mulher que ficou
      • Cine paradiso Siamensis: o lugar do português
      • Para fazer subir o moral
      • Não me falem em cultura
      • Perdemos o mar, ficamos com os touros e os bofetõe...
      • Coisas que ficam
      • Também quero um país destes
      • Só a Alemanha se salva da vergonha
      • Monarquia e liberdade
      • "Olhe, vizinho, eu cá vou votar na suástica"
      • Vitória azul e branca
      • Foi há 2 anos
      • Os camisas vermelhas sem amigos externos
      • Der Untergang des Abendlandes
      • N'oublier jamais
      • Nós, pied-noirs
      • África nossa: resistência da memória
      • Manâmbuas ripademar santanhocos pihamaiáu
      • Hoje sinto-me assim: mission accomplie
      • Sião latino e Sião americano
      • Blogues portugueses na Ásia: o muito bom, o muito ...
      • Açores-Tailândia
      • O poder da estupidez
      • A África da minha mãe
      • O paraíso deve ser tropical
      • Quando a estupidez faz política
      • Quando os governantes eram do tamanho de uma forta...
      • Nuno Castelo Branco na Sagres, em Banguecoque
      • Belos livros sobre Portugal
      • É preciso copiar, copiar, copiar
      • Belos livros sobre Portugal
      • Se eu fosse chinês: relativismo cultural total
      • Desfazer mentiras sobre o Oriente português
      • O homem certo no lugar errado
      • Raquíticas celebrações
      • Lula
      • História desconhecida dos portugueses na Ásia. Um ...
      • Livres fomos, livres seremos
      • A soma da paródia: 500, 500, 50, 50, 50 = 1150
      • A voz nunca morre
      • Sagres recebe Banguecoque a bordo
      • Um caso com 150 anos
      • Coisas terríveis que acontecem no país dos brandos...
      • Quando os cantores líricos vão à guerra: Takita Ki...
      • Servo penitente humilhado
      • É o mar meus senhores
      • Tempos de fausto
      • Não, a minha pátria NÃO é a língua portuguesa
      • Es gibt keine Frau die nicht lügt
      • Monstrozinhos saídos da proveta do regime
      • Regressem aos clássicos meus caros
      • Cercados de graças e podres no centro
      • Dinheiro chinês é igual a qualquer outro
      • Portugal na CCTV
      • Ângela Castelo Branco desvela Barreto fotógrafo
      • Em defesa da governação solitária
      • A culpa a seu dono
      • Não acreditar nos papões nem em teratologias polít...
      • Micrómegas
      • Cronofobia: a persistência do tempo desce a Avenida
      • A cimeira como o meu pai a viu
      • Portugal e os outros
      • GREVE
      • Le Chardon Ardent
      • Nepal: restauração monárquica à vista
      • Il Portogallo è grande, ou quem nos corta o caminh...
      • Última esperança vermelha morre na Tailândia
      • 1º de Dezembro: a Liberdade e a censura
      • Confederação de Estados Lusófonos
      • À quatre pattes: miséria da blogosfera
      • Os grandes dias da monarquia tailandesa
      • Nepotismo e fisiologismo
      • Os passaportes de SAR
      • Insultar reis
      • Goa, terra portuguesa
      • Novíssimas do Sião: a siamesa da Évora quinhentista
      • Tiriricação ou a morte da democracia
      • Bella Italia
      • Confusões monárquicas
      • Grandioso e mandarínico
      • O Presépio sem plutocracia e a revolução maneta
      • Clara, a primeira siamesa diplomata
      • Grand éclat
      • O meu 2010: um ano para não esquecer
      • Os heróis e os outros
      • A democracia acabou na África do Sul: o racismo qu...
      • Não vejo, não leio, não ouço: não votar é o remédio
      • Sentinas sazonais
      • Mizé Morgado e a geração da mentira
      • O passado que regressa
      • Portugal, Janeiro de 1945...opsss, Janeiro de 2011
      • O que ficou dos Mardjikers e Portugis da Insulíndia
      • Alegres patetices que se ouvem e repetem
      • O grupo de homens que se associou para matar um rapaz
      • Uma história portuguesa que vale um filme de Premi...
      • O voto monárquico
      • 53,38% contra o regime. O resto são chinoiseries !
      • The Portuguese-Siamese Treaty of 1820
      • A eterna credulidade ocidental
      • Facha, facha, versão sexy
      • A religião sem arte em frémito de destruição
      • Não são de confiança
      • Coisas que não consigo compreender
      • Revoluções, rebeliões e arruaças
      • Coisas de jornais e matéria académica: a "guerra" ...
      • Novas do Sião
      • Opções e respeito
      • Novíssimas de Sião: serviço público
      • Urdidura com cauda entalada na porta
      • Os grandes e os pequenos
      • Permitam-me um exerciciozinho de teoria da conspir...
      • Os puros são sempre os mais perigosos: 50 anos apó...
      • Revolta democrática em Andorra
      • O conquistador conquistado
      • Soberbo e grandioso
      • A caminho do Oriente
      • Banguecoque português: conferência na Siam Society
      • Ecos do Sião
      • Por Portugal no Sião
      • O cosmopolitismo de Benghazi
      • Prosas fantásticas (I): a Rebelião da Carne
      • Prosas fantásticas (II): o caso das criancinhas de...
      • Desonestidades
      • A barricada de panados no pão
      • É tão bom matar mitos
      • E o Gungunhana, pá ?
      • Prosas fantásticas (III): fomentava desprezo
Simple theme. Powered by Blogger.